CINCO FRENTES DE TRABALHO

Serviços de consultoria e assessoria empresarial

As frentes se combinam conforme o caso, e a maior parte dos trabalhos cruza mais de uma. Problema de caixa raramente é só de caixa, e enquadramento tributário raramente se resolve sem olhar a estrutura societária.

O QUE FAZEMOS

As frentes de trabalho

QUAL FRENTE PARA QUAL SITUAÇÃO

Por onde começar

A frente de entrada é definida pelo sintoma, não pela causa. A causa costuma aparecer no levantamento, e frequentemente está em outra frente.

O resultado aparece no papel e não no saldo

Quando o lucro contábil não se converte em dinheiro disponível, a origem costuma estar em prazo de recebimento, custo mal apurado ou capital comprometido. O ponto de entrada é a consultoria financeira.

A carga tributária parece alta demais

Quando o valor recolhido incomoda e ninguém consegue explicar de onde ele vem, o enquadramento costuma ter sido definido em um momento em que a empresa era outra. O ponto de entrada é a consultoria tributária.

Vende bem e ainda assim falta dinheiro

Quando o faturamento cresce e o caixa não acompanha, boa parte do capital costuma estar parada na prateleira. O ponto de entrada é a gestão de estoque.

O contrato social é o mesmo de dez anos atrás

Quando a estrutura societária ficou defasada em relação ao que a empresa faz hoje, ou quando a sucessão precisa ser organizada, o ponto de entrada é a adequação societária.

A dívida não reduz apesar dos pagamentos

Quando os ajustes pontuais deixaram de resolver e o problema volta todo mês, o ponto de entrada é a reestruturação empresarial.

Não está claro qual é o problema

Quando o incômodo existe mas não dá para localizar a origem, o ponto de partida é o próprio diagnóstico, que serve para identificar onde ele está antes de definir qualquer frente.

EM QUATRO ETAPAS

Como começa o trabalho

O processo se organiza em quatro etapas, e a primeira conversa costuma ter continuidade em um segundo encontro. O ritmo acompanha a urgência da situação: quando a empresa não tem tempo para esperar, a definição do escopo acontece em dias em vez de semanas.

01

Você conta o que está acontecendo​

Um formulário curto sobre o que motivou a busca: o que mudou na empresa, desde quando e o que já foi tentado até aqui.

02

Primeira conversa​

Um encontro para entender o contexto da empresa, o histórico recente e o que os números já indicam.

03

Levantamento

Análise dos dados financeiros, fiscais e operacionais que a empresa já possui, para separar sintoma de causa.

04

Devolutiva e escopo​

Apresentação da leitura do que foi encontrado, com as prioridades organizadas. A partir dela são definidos o escopo e o valor do trabalho.

ANTES DE CONTRATAR

Perguntas frequentes

É possível contratar mais de uma frente ao mesmo tempo?

Sim, e é o mais frequente. As frentes foram separadas por assunto para facilitar a leitura do site, mas raramente aparecem isoladas na prática. Uma empresa com margem em queda costuma ter simultaneamente um problema de estrutura de custos, um enquadramento tributário inadequado e capital imobilizado em estoque, e resolver apenas um dos três deixa o resultado onde estava. O levantamento inicial é único e cobre o que for necessário, independentemente de quantas frentes o caso envolver.

O que muda conforme o escopo é o tempo de trabalho e o volume de dados a analisar, não a forma de conduzir. Vale dizer que o caminho inverso também acontece: casos que parecem exigir várias frentes se resolvem em uma só depois que a causa é identificada, o que reduz o escopo em vez de ampliá-lo. As frentes disponíveis estão descritas nesta página, e o ponto de partida está em como funciona o diagnóstico.

A escolha inicial parte do sintoma, e não da causa, porque a causa em geral só aparece depois do levantamento. Se o incômodo é caixa apertado com resultado positivo, o ponto de entrada natural é a análise financeira. Se é carga tributária alta sem explicação clara, é a tributária. Se é dinheiro que some entre a venda e o banco, com frequência está no estoque. Na prática, a frente de entrada importa menos do que parece: o levantamento é o mesmo e costuma revelar que o problema nasceu em outro lugar.

Um caixa apertado pode ter origem em precificação, em prazo de recebimento, em enquadramento fiscal ou em capital parado, e cada uma dessas origens exige resposta diferente. Para quem não consegue identificar o sintoma principal, o caminho é descrever a situação no formulário e deixar a definição para depois da conversa. Não há prejuízo em começar pela frente errada, porque o levantamento corrige a rota antes de qualquer trabalho ser contratado. A frente mais procurada está descrita em consultoria financeira.

Os dois formatos existem, e a escolha depende da natureza do problema. Trabalhos com escopo delimitado, como uma revisão de enquadramento tributário, um estudo de viabilidade ou a comparação de cenários societários, têm início, meio e fim definidos, com entrega em prazo acordado. Situações estruturais costumam exigir presença mais longa: reestruturação de dívida, implantação de política de estoque e organização de rotina financeira dependem de acompanhamento ao longo de meses, porque a recomendação só produz efeito depois de executada e a execução precisa ser corrigida enquanto acontece.

É comum que um trabalho comece em formato de projeto e continue como acompanhamento, quando o diagnóstico revela ajustes que não se sustentam sozinhos. A definição do formato acontece na devolutiva, junto com o escopo, e não antes dela. Vale registrar que acompanhamento contínuo não significa presença diária: na maior parte dos casos são encontros periódicos de revisão, com contato pontual entre eles quando alguma decisão aparece. Situações que mais exigem continuidade estão descritas em reestruturação empresarial.

Sim. O levantamento inicial é uma etapa com valor próprio, e em parte dos casos ele é suficiente: a empresa descobre onde está o problema, entende a ordem de prioridade e decide executar internamente o que foi recomendado. Isso acontece com frequência em empresas que já têm equipe capaz de implementar, mas não tinha clareza sobre o que precisava ser feito primeiro. O resultado do diagnóstico é uma leitura ordenada por prioridade, não uma proposta de trabalho, e ele continua útil mesmo que a empresa não siga com a consultoria.

Vale registrar que o diagnóstico não é um relatório automático gerado a partir de dados: ele depende de conversa, de contexto e do histórico que só quem opera o negócio consegue fornecer. Também é comum que a empresa execute parte do que foi recomendado internamente e contrate apoio apenas para a frente mais complexa, o que reduz o custo total do trabalho. As etapas estão descritas em como funciona o diagnóstico.

O encaminhamento é feito, quando possível. Parte relevante das situações que chegam a uma consultoria empresarial precisa de outro profissional: escrituração e apuração formal são atividades privativas de contador, redação de contrato social e condução de processo judicial são privativas de advogado, e implantação de sistema é trabalho do fornecedor da ferramenta. Há ainda os casos em que nenhuma intervenção externa é necessária, e o que falta é organização de rotina que a própria equipe consegue fazer. Dizer isso custa um contrato e evita um trabalho que não resolveria, o que a médio prazo vale mais.

Quando o caso exige trabalho conjunto, o mais comum é a análise econômica ser feita pela consultoria e a formalização ficar com o profissional habilitado, o que encurta o trabalho dos dois lados. Vale acrescentar que esse encaminhamento costuma ser feito para profissionais com quem já houve trabalho conjunto, o que reduz o tempo de entrosamento. Os limites do escopo estão em sobre a FD Business Solutions.

O diagnóstico é a etapa de leitura: ele parte dos dados que a empresa já tem, cruza com o relato de quem opera o negócio e devolve uma ordem de prioridade sobre o que precisa de atenção. Ele responde onde está o problema e o que resolver primeiro. O trabalho contratado é a execução do que foi recomendado, e o escopo dele só é definido depois, porque antes do levantamento não há como dizer o que precisa ser feito nem quanto custa.

Essa sequência é proposital e diferencia de propostas apresentadas na primeira conversa, que costumam precisar de revisão no meio do caminho. Em termos práticos, o diagnóstico é curto e delimitado, enquanto o trabalho varia de algumas semanas a vários meses conforme a frente envolvida e conforme o estado da informação disponível na empresa no início. Essa separação também protege a empresa de contratar escopo maior que o necessário. As frentes estão descritas em adequação societária.

FD BUSINESS SOLUTIONS

A conversa começa entendendo onde a empresa está

Conte no formulário o que está acontecendo. A primeira conversa serve para entender o contexto, e o escopo do trabalho é definido depois disso.

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