MAIS DE 30 ANOS DE EXPERIÊNCIA

Consultoria tributária e fiscal para empresas

Revisar o enquadramento, entender a carga que a empresa realmente paga e preparar o caixa para a transição da reforma. Antes que a mudança chegue pelo extrato.

Documento com tabela e texto financeiro impresso sobre uma mesa escura, ao lado de uma caneta e de uma xícara de café preta ao fundo desfocado, estilo corporativo.
SINTOMAS MAIS COMUNS

Sinais de que a empresa precisa revisar a situação tributária

Carga tributária alta nem sempre é consequência do faturamento. Muitas vezes é consequência de uma escolha feita anos atrás e nunca revisada.

"Meu regime foi escolhido quando a empresa era outra"

Enquadramento definido na abertura raramente continua adequado depois de mudança de porte, de mix de produtos ou de estrutura de custos. A revisão é anual por natureza, e quase nunca é feita.

"Pago imposto e não sei exatamente sobre o quê"

Quando a apuração é tratada como obrigação e não como informação, a empresa perde a chance de enxergar onde a carga se concentra e o que a origina.

"Não sei o que a reforma vai mudar no meu caixa"

A dúvida é legítima e o prazo é curto. O que muda primeiro não é a alíquota, é o momento em que o dinheiro sai, e isso é assunto de caixa antes de ser assunto fiscal.

"Recebo oferta de crédito tributário e não sei se confio"

É um mercado com muita oferta agressiva e promessa de valor antes de qualquer análise. Levantar se o crédito existe é uma coisa. Prometer o valor dele antes de olhar é outra, ainda mais agora que o crédito passará a depender de validação antes do uso.

FRENTES DE TRABALHO

O que a consultoria tributária cobre

O trabalho é de análise e orientação, feito sobre o que a contabilidade produz. Não substitui o contador da empresa.

Revisão de enquadramento

Comparar Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real com os números reais da empresa, incluindo os regimes híbridos previstos na transição.

Análise da carga efetiva

Apurar quanto a empresa paga de fato, por tributo e por linha de receita, e identificar onde a carga se concentra.

Revisão tributária e fiscal

Conferir a apuração dos períodos anteriores em busca de recolhimento indevido, classificação incorreta e benefício não aproveitado.

Levantamento de créditos

Verificar se existem créditos passíveis de recuperação, com o valor apurado a partir da análise, e não prometido antes dela.

Preparação para a reforma tributária

Projetar o efeito da transição sobre o caixa, revisar contratos com prazo longo e ajustar precificação ao novo modelo.

Orientação em obrigações acessórias

Organizar prazos, responsabilidades e pontos de conferência, para que a rotina fiscal pare de depender de memória.

Simulação de regime na transição

Projetar o resultado da empresa em cada regime possível durante a transição, para definir a adesão com base em número e não em suposição.

A MUDANÇA MAIS PRÓXIMA

Split payment: o que muda no caixa da sua empresa

O split payment altera o momento em que o tributo é recolhido. No modelo atual, a empresa recebe o valor integral da venda e recolhe depois, em datas próprias. Com o split payment, a parcela referente ao tributo é separada no instante do pagamento e não chega a transitar pela conta da empresa. Muda também a forma de aproveitar crédito: o que hoje basta constar na nota passa a depender de validação prévia.

O efeito não é de carga, é de prazo

A alíquota não muda por causa do split payment. O que muda é a data em que o dinheiro sai, e para quem vende a prazo essa diferença aparece direto na necessidade de giro.

Quem sente mais

Empresas com ciclo longo entre a compra do insumo e o recebimento da venda, e empresas que financiam o cliente com prazo maior do que o que recebem do fornecedor.

O que dá para fazer agora

Projetar o caixa no novo modelo, revisar prazo de recebimento, renegociar condições com fornecedor e conferir se os créditos usados na precificação vão se sustentar com a validação.

ANÁLISE DO PASSADO

Revisão tributária e recuperação de créditos

A revisão de períodos anteriores está sujeita ao prazo legal e depende da documentação disponível na empresa.

O que ainda dá para corrigir

A legislação limita o período em que a apuração pode ser revista. Fora dessa janela, o recolhimento indevido deixa de ser recuperável, e é isso que define o tamanho real da oportunidade antes de qualquer análise.

A apuração vem antes do número. O valor só é conhecido depois da conferência das guias, das notas e da classificação fiscal aplicada a cada item, e qualquer estimativa oferecida antes disso é suposição.

O levantamento e a orientação sobre a via administrativa fazem parte do escopo. Quando o caso exige ação judicial, o encaminhamento é para advogado, porque essa é atividade privativa da advocacia.

Molduras de vidro ou placas transparentes com painéis ondulados em diferentes cores (azul, verde, amarelo), organizadas em prateleiras, com vista através de uma estrutura escura.
NA PRIMEIRA LEITURA

O que o diagnóstico tributário identifica

A diferença que o regime atual custa por ano

Quanto a empresa paga a mais do que pagaria no enquadramento mais adequado, em valor anual.

Qual operação carrega a maior parte da carga

Não o total, e sim de onde ele vem: qual produto, qual linha de receita ou qual filial concentra o recolhimento.

Se o passado ainda tem correção possível

Se há recolhimento indevido dentro do prazo legal, e o que seria necessário para recuperá-lo.

EM QUATRO ETAPAS

Como começa o trabalho

01

Você conta o que está acontecendo

Um formulário curto com o regime atual, o que incomoda e o que já foi tentado.

02

Primeira conversa

Entender o contexto, o histórico de enquadramento e o que a apuração já mostra. Costuma levantar mais perguntas do que respostas, e por isso normalmente tem continuidade.

03

Levantamento

Análise das apurações, das guias e da documentação fiscal dos períodos dentro do prazo, junto com a estrutura de receita e de custos.

04

Devolutiva e escopo

A leitura do que foi encontrado, com as prioridades em ordem, e a partir dela a definição do escopo e do valor do trabalho.

ANTES DE CONTRATAR

Perguntas frequentes

O que é revisão tributária e o que ela analisa?

Revisão tributária é a conferência das apurações já realizadas pela empresa, dentro do prazo em que a legislação ainda permite correção. Ela parte das guias recolhidas, das notas emitidas e recebidas e da classificação fiscal aplicada a cada produto ou serviço, e procura três tipos de divergência.

A primeira é recolhimento a maior, quando a empresa pagou acima do devido por erro de base de cálculo ou de alíquota. A segunda é classificação incorreta, situação comum em empresas com muitos itens cadastrados, em que um produto enquadrado na categoria errada gera tributação diferente da correta ao longo de anos. A terceira é benefício previsto em lei que a empresa poderia ter aproveitado e não aproveitou, por desconhecimento ou por não se enquadrar formalmente. O resultado da revisão pode ser um valor a recuperar, mas também pode ser a confirmação de que a apuração está correta, o que igualmente tem valor. O efeito disso sobre a margem é tratado em consultoria financeira.

Há ainda um fator que costuma passar despercebido: a escolha do regime influencia a forma como o cliente da empresa aproveita crédito, o que em operações entre empresas pode pesar mais do que a alíquota em si. Durante a transição da reforma surge também um arranjo intermediário, que o mercado tem chamado de “Simples Híbrido”, em que a empresa permanece no recolhimento unificado para parte dos tributos e passa ao sistema de crédito e débito para outra parte, o que pode compensar quando os clientes são empresas que precisam aproveitar crédito.

A comparação precisa ser feita com os números reais da empresa e refeita periodicamente, porque a resposta muda quando o negócio muda. As etapas dessa avaliação estão descritas em como funciona o diagnóstico.

A implementação do split payment é gradual e acompanha o cronograma da transição da reforma tributária, que prevê fase de testes antes da adoção plena. As datas e o alcance de cada etapa vêm sendo definidos em regulamentação complementar, então vale confirmar o cronograma vigente antes de qualquer decisão. Em termos de alcance, a lógica é que o mecanismo se aplique às operações sujeitas aos novos tributos sobre consumo, o que na prática atinge a maior parte das empresas que vendem bens ou serviços.

O ponto que importa para o planejamento não é a data em si, e sim o intervalo até ela: empresas com ciclo financeiro longo precisam de mais tempo para ajustar prazo de recebimento e precificação do que empresas que vendem à vista. A recomendação prática é simular o efeito antes da obrigatoriedade, e não depois, porque ajustes de prazo com cliente e fornecedor levam meses para serem renegociados e não se resolvem no mês da virada. O detalhamento do mecanismo está em split payment.

O procedimento em si é previsto em lei e legítimo: uma empresa que recolheu tributo a maior tem direito a reaver o valor, dentro do prazo prescricional. O que gera desconfiança é a forma como o serviço às vezes é ofertado. Alguns sinais merecem atenção. Promessa de valor recuperável antes de qualquer análise da documentação é o mais comum, já que o montante só pode ser conhecido depois da conferência das apurações. Cobrança antecipada sobre um valor ainda não confirmado é outro.

Também vale desconfiar de proposta que garante resultado, porque o reconhecimento do crédito depende da administração tributária e não do prestador. Uma abordagem consistente começa pelo levantamento, apresenta o que foi encontrado com a base legal correspondente e só então discute valores e forma de cobrança. Quando o caso exige ação judicial, o encaminhamento correto é para advogado. A postura adotada aqui está descrita em sobre a FD Business Solutions.

Não substitui, e as duas funções têm escopos legalmente distintos. Escrituração contábil e fiscal, apuração formal dos tributos e entrega das declarações são atividades privativas de profissional com registro no conselho de contabilidade, e continuam com o contador da empresa. A consultoria tributária trabalha sobre o que essa estrutura produz e faz outra pergunta: se o enquadramento escolhido ainda é o mais adequado, onde a carga se concentra, se houve recolhimento indevido em períodos anteriores e como a empresa deve se preparar para uma mudança de legislação.

Na prática, as duas trabalham juntas, e boa parte do levantamento depende de informação que o contador fornece. Vale dizer que a relação costuma ser cooperativa e não concorrente: o contador tem o histórico e o domínio da rotina, enquanto a consultoria traz a comparação entre cenários e o tempo dedicado a uma análise que a rotina mensal raramente comporta. A estrutura societária, que também influencia o enquadramento possível, é tratada em adequação societária.

Depende do setor, do regime atual e da estrutura de custos, e não existe resposta única. A reforma substitui tributos sobre consumo por um modelo de valor agregado com crédito amplo, o que tende a beneficiar cadeias longas, em que hoje há acúmulo de tributo em cada etapa, e a pressionar setores de serviços com pouca aquisição de insumos, em que há menos crédito a aproveitar. Empresas no Simples Nacional têm regras específicas de transição, com escolhas a fazer que dependem do perfil dos clientes.

Além do efeito sobre a carga, há o efeito sobre o caixa provocado pelo split payment, que independe de a carga subir ou descer. A recomendação prática é simular o efeito nos números da própria empresa, em vez de partir do que vale para o setor em geral, porque a variação dentro de um mesmo segmento costuma ser grande. Situações em que o passivo já se acumulou são tratadas em reestruturação empresarial.

FD BUSINESS SOLUTIONS

Descubra o que a reforma muda no caixa da sua empresa

Conte no formulário qual é o regime atual e o que está preocupando. A primeira conversa serve para entender o contexto, e o escopo do trabalho é definido depois disso.

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